terça-feira, 30 de abril de 2013

Sem nome



Desde já apresento as minhas mais humildes desculpas pelo plágio descarado, roubo, imitação, abuso, chamem-lhe o que quiserem, da obra de Wilkie Collins.[1]
Eu prefiro chamar-lhe empréstimo.
Ou “empréstidado”.
Olhem, não sei, não faço a mínima.
Já o disse e volto a dizer: é como vocês quiserem.

O que é que eu estou aqui a fazer?
Pois, também não sei.

(Sim, eu sei: há muitas coisas que eu não sei.)

Mas há uma coisa que eu sei: estou cansada.
Mas cansada mesmo.
Quem me conhece pode achar ridículo (tanto mais, que eu atá estou reformada), mas o que é que querem?
Isto de estar cansada… Cansa!
E muito!



[1]   Romancista inglês do século XIX (1824-1889), que em 1862 publicou o romance “No Name” (Sem nome)

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